segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Há tanto mar







Há tanto mar a descobrir,
eu aqui à espera
neste sonho enevoado.
Marinheiro sem porto
e sem regresso,
marinheiro da esperança,
porta-voz da quimera.
Em que cada instante
sinto, reconheço
todo um mar revolto e agitado.




4 comentários:

Archeogamer disse...

O mar revolto não dura sempre, e existem sempre bons portos nesta vida, é só acreditar!

Papoila disse...

Paginadora:
Lindo poema! Um marinheiro da esperança consegue encontrar seu porto de abrigo.
Beijos

Jorge P. Guedes disse...

Gostei.

Um marinheiro da esperança não pára em viagem que não seja para um renovar de forças que lhe permitam acreditar sempre na quimera.

Será uma interpretação possível deste poema, pelo menos foi assim que o li.

Um abraço.

Meg disse...

Amiga Paginadora,
Nada de sonhos enevoados! è preciso afrontar o mar revolto, mesmo que custe. Bons marinheiros não conhecem a desesperança.
Gostei muito do poema.

Beijinhos